Gerador de hash
Gere hash MD5, SHA-1, SHA-256 e SHA-512 de texto ou arquivo, compare com o checksum esperado e calcule HMAC. Grátis e no navegador: nada é enviado.
Gerador de hash MD5, SHA-1, SHA-256 e SHA-512
Quebras de linha digitadas aqui entram como LF. Para conferir um arquivo com quebras do Windows (CRLF), use a aba Arquivo.
Hashes
Digite um texto para ver os hashes na hora.
Hex (qualquer caixa, com espaços) ou Base64; o algoritmo é identificado sozinho. Aceita a linha do sha256sum, do certutil e do Get-FileHash.
MD5 e SHA-1 servem para conferir integridade, mas estão quebrados para segurança (assinaturas, certificados). Prefira SHA-256 ou superior. Para guardar senhas, nenhum destes: use bcrypt, scrypt ou Argon2.
Tudo é calculado no seu navegador: o texto e os arquivos nunca saem do seu aparelho, nada fica salvo e a ferramenta funciona offline depois de carregada.
Como usar
- Escolha Texto para digitar ou colar um conteúdo, ou Arquivo para escolher (ou arrastar) um arquivo do seu aparelho.
- Os hashes MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512 aparecem na hora, todos juntos. Troque o formato entre hex (minúsculas), HEX (maiúsculas) e Base64, e copie cada um com um toque.
- Para conferir um download, cole o checksum publicado pelo site no campo Comparar com o hash esperado. A ferramenta descobre sozinha qual é o algoritmo e diz se confere.
- Precisa assinar uma mensagem? Ative o HMAC e informe a chave secreta (em texto, hexadecimal ou Base64).
Conferindo um arquivo baixado
Sites de sistemas operacionais, programas e bancos de dados costumam publicar o SHA-256 de cada arquivo. Escolha o arquivo baixado na aba Arquivo, cole o valor publicado (pode ser a linha inteira do sha256sum, com o nome do arquivo, ou a saída do certutil -hashfile do Windows e do Get-FileHash do PowerShell) e veja o resultado. Se não conferir, o arquivo veio corrompido ou foi alterado: baixe de novo, de preferência do site oficial. Arquivos grandes, de vários GB, funcionam: a leitura é feita em partes, em segundo plano, com barra de progresso e botão de cancelar, e a página continua respondendo.
O que é um hash
Uma função de hash transforma qualquer conteúdo, de uma palavra a um filme inteiro, num "resumo" de tamanho fixo. Quatro propriedades explicam por que ele é tão útil:
- Determinístico: o mesmo conteúdo gera sempre o mesmo hash, em qualquer computador.
- Tamanho fixo: o SHA-256 tem sempre 256 bits (64 caracteres em hexadecimal), seja de um byte ou de um terabyte.
- Mão única: a partir do hash não dá para reconstruir o conteúdo original.
- Efeito avalanche: mudar uma única letra muda o hash por completo. Teste digitando "Olá" e depois "olá".
Qual algoritmo usar
- SHA-256 é o padrão atual para integridade e segurança: use quando estiver em dúvida.
- SHA-384 e SHA-512 são da mesma família, com resultado maior. O SHA-512 costuma ser até mais rápido em processadores de 64 bits.
- MD5 e SHA-1 estão quebrados para segurança: já é possível criar dois arquivos diferentes com o mesmo hash. Continuam servindo para detectar corrupção acidental e aparecem em sistemas antigos, mas não use em assinaturas, certificados ou para provar autenticidade.
Hash, criptografia e codificação
São coisas diferentes, e confundi-las é um erro comum:
- Hash é de mão única e não tem chave: serve para verificar, não para esconder.
- Criptografia é reversível para quem tem a chave: serve para guardar segredo.
- Codificação (como Base64) só muda a representação dos dados: qualquer pessoa desfaz, sem chave.
HMAC em poucas palavras
O HMAC é um hash calculado junto com uma chave secreta. Quem não tem a chave não consegue produzir o mesmo valor, então ele prova duas coisas: que a mensagem não foi alterada e que veio de quem conhece a chave. É assim que serviços de pagamento, lojas virtuais e plataformas de mensagens assinam os webhooks que enviam para o seu sistema.
Senhas: não use hash simples
Guardar senhas como MD5 ou SHA-256 puro é um erro clássico. Esses algoritmos foram feitos para serem rápidos, e isso ajuda quem tenta adivinhar senhas: uma placa de vídeo testa bilhões de combinações por segundo. Para senhas, use funções lentas e com "sal", feitas para isso: bcrypt, scrypt ou Argon2.
Armadilhas comuns
- Quebras de linha: Windows usa CRLF, Linux e macOS usam LF. O mesmo texto com quebras diferentes gera hashes diferentes. Para conferir um arquivo de texto, use a aba Arquivo, que lê os bytes exatos.
- Enter no final: no terminal,
echo "texto" | sha256suminclui uma quebra de linha no fim. Useecho -npara comparar com o hash do texto puro. - Codificação: aqui o texto é convertido em UTF-8. Um arquivo salvo em outra codificação (como Latin-1) tem bytes diferentes para letras acentuadas.
- Maiúsculas e minúsculas:
AB12eab12em hexadecimal são o mesmo hash. A comparação desta ferramenta ignora a diferença.
Privacidade
Todo o cálculo acontece no seu navegador. O texto e os arquivos não são enviados a nenhum servidor e nada fica salvo. Depois que a página carrega, a ferramenta funciona até sem internet.